![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
||
MEUS
LIVROS PUBLICADOS |
MEUS
PROXIMOS LANÇAMENTOS |
|||
|
|
Se alguém imaginar ou se perguntar sobre a condição de escolha para ter nascido homem ou mulher, a resposta é não tem! Se a pergunta for sobre a escolha dos pais ou da cor da pele ou mesmo sobre a condição social, o país de nascimento ou a língua que fala, vamos observar que todas essas coisas ninguém teve chance de escolha. Portanto, devemos raciocinar que imperfeição não é uma idéia individual, mas sim uma imposição teocrática que limita os seres humanos à condição de errantes! O endeusamento da causa material transformou a família humana em verdadeiros animais pré-históricos. Aniquilou o bom-senso onde não se fala mais em amizade ou espiritualidade. O homem associou-se a um conjunto de falsos valores, a ponto de não mais enxergar a própria desgraça. A cegueira é tão forte que ele não vê, sequer, o próprio bem-estar porque “não tem tempo” para raciocinar! A mente humana vive nos limites de cada individualidade. Ela pode ser medíocre ou criativa; mística, sábia ou divina. Tudo é uma abertura pessoal; é liberá-la à Luz Cósmica ou trancá-la na ignorância individual. Nenhum ser escravizado pelo ego tem plenitude para receber os ensinamentos da sabedoria universal! O homem é um mistério que se pluraliza no feminino, sem ter nenhuma idéia de quem é ele mesmo. A mulher é o outro pólo da realeza que ignora a própria divindade, mas se rende aos caprichos do segredo masculino. Como pode tanta sublimidade espiritual habitar tamanha pobreza corporal? Enquanto o homem estiver dentro dos parâmetros da mente individual defensiva, seja de ordem filosófica ou religiosa, ele estará preso aos processos de atos enganosos, cujos males são tão sutis que o indivíduo se recusa a ouvir a Mente Universal que, em síntese é ele mesmo! Esse é o pior caos humano que criamos para a própria vida. O grande êxtase humano é sentir que alguém se tornou mais feliz, por ter dado a si mesmo a chance para ouvir as premissas emanadas da Mente Cósmica. Aquilo que aprendemos pelo esforço pessoal é o momento que nos permite evoluir ouvindo a própria intuição. Só se pode valorizar algo ou alguém, quando há valor pessoal. Quem não percebe esta atualidade fica onde está e é escravizado pelos conceitos tradicionais! A perversidade não tem olhos para a bondade; um simples abraço fraterno é visto como maldade. A pura essência do nosso ser é julgada como falsa paixão. O carinho, a simpatia e o aconchego amoroso, são analisados como taras levianas sem nenhuma distinção. Os nossos olhos já não enxergam a beleza da vida. |
|